
HAJA LUZ - CAPÍTULO CINCO - AMIGOS DA LUZ
Algumas vezes não compreendemos as muitas maneiras nas quais nosso Deus age.
Talvez, não consigamos perceber sua multiforme graça por um simples motivo - Não paramos o suficiente em Sua presença, a ponto de perceber os detalhes de seu comportamento.
Tantos compromissos atolam nosso coração, nossos corpos, e preenchem todos os horários de nosso dia, TODOS OS DIAS, que simplesmente esquecemos do quanto precisamos da presença do Pai. Afinal, quem mais poderia nos ensinar a viver neste mundo tão cruel e sombrio? Quem mais poderia nos dar descanso nos dias em que nossa alma parece desfalecer? Quem mais escolheria largar a glória dos céus, para sofrer e ser injustiçado nesse mundo que nega o seu próprio Criador? Somente o Senhor! Somente nosso Pai, se importa tanto com nossas almas. Por isso, podemos dizer como o salmista: "Porque tu tens sido o meu auxílio; então, à sombra das tuas asas me alegrarei." (Sl. 63:07).
Sim, nós podemos nos alegrar nos dias em que mais precisamos de ajuda. Naqueles dias tristes e solitários, naqueles dias onde todos parecem desejar a destruição de nossas almas, naqueles dias onde nossa força é pequena, naqueles dias em que nós pensamos que não aguentaremos o menor ataque no inimigo, nesses dias de tristeza e dor, podemos nos alegrar, pois se buscarmos a Deus ainda nesses dias difíceis, veremos como o salmista, nossas vidas seguramente guardadas debaixo das asas do nosso Pai.
Quando paramos diante do Senhor, dia após dia, percebemos que seu cuidado conosco é constante. E que sua disposição para nos ajudar não depende do tamanho do nosso problema. Cativamos a amizade de Deus, e somos cativados por Ele. A ponto de sermos chamados não apenas servos, mas sim, amigos! "Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer." (Jo. 15:15). Que verdade gloriosa, quandos nos dispomos a andar todos os dias com Jesus, nos tornamos amigos de Deus. Conhecedores dos segredos do coração de Deus. Privilégio que somente os amigos podem ter.
Como todos nós sabemos, a amizade é algo construído com a convivência, com a troca constante de experiências, informações, segredos, confidências, entre tantas outras coisas. Dia após dia, mesmo que não sejam todos os dias seguidos, a convivência vai ser tornando confiança, e quando menos se espera, os corações em questão são cativados um pelo outro, e aquela pessoa se torna única entre milhões de outras pessoas. Assim nasce uma amizade. E assim deve nascer a amizade do homem com Deus, baseada na intimidade de quem convive. A intimidade é base de todo relacionamento forte, confiante e cheio de amor.
O capítulo dois do livro de Gênesis, relata o início da amizade entre Deus e o homem. O criador de tudo, deu a Adão o privilégio de nomear tudo o que existe na Terra (v.19). Após soprar vida nas narinas de Adão, criar o Jardim, a alertar o homem sobre as árvores da vida e do conhecimento do bem e do mal, Deus concedeu a Adão o privilégio de nomear tudo aquilo que Ele mesmo havia criado. Somente o amor é capaz de abrir mão daquilo que é seu por direito. Sejam nas coisas pequenas, ou nas coisas grandiosas, somente o amor é capaz de abdicar. E Deus num gesto extremamente paternal, concedeu a Adão, o seu próprio direito de nomear suas obras. Foi como se Deus dissesse: "Meu filho, tudo o que eu fiz é seu, escolha nomes para cada ser vivente, seja criativo como Eu, o seu Pai, sou criativo. Venha, vamos brincar de definir a história da humanidade. Eu te amo demais para não te deixar escolher. Se eu simplesmente te entregasse tudo pronto e já nomeado, eu perderia a chance de ver a felicidade estampada no seu olhar, perderia a chance de me divertir com você, meu filho." E assim Deus fez.
E a amizade entre Deus e Adão foi nascendo, crescendo e se fortalecendo. Havia intimidade entre eles, havia amor entre Deus e o homem. Enquanto nomeava os seres viventes do nosso planeta, Adão percebeu que para ele, não havia uma ajudadora. No gado, na selva, entre os animais domésticos, répteis, aves e animais marinhos, haviam casais, macho e fêmea, possiblitando a perpetuação da espécie. Mas para Adão, não. Para Adão não havia uma fêmea. Adão provavelmente sentiu-se só ao perceber que na imensidão de seu planeta recém nomeado, não havia alguém que lhe completasse, que lhe fizesse sentir ajudado e amparado. Sim, em algum momento da sua vida você se sentiu assim, mas falaremos disso adiante. Pois neste episódio percebemos mais uma vez, de forma clara e apaixonada, Deus ajudando seu amigo Adão. Muito antes que Adão percebesse sua solidão, Deus já havia lhe prometido uma esposa. Antes mesmo que o homem pudesse pedir, Deus já havia decidido abençoar, suprindo a necessidade do seu filho, do seu amigo querido, Adão. (ver versículos 18-22).
Deus não apenas criou alguém para acompanhar e ajudar Adão, Deus criou alguém que pudesse completar Adão. Se você tem um amigo, certamente entenderá o que Deus fez quando criou Eva. Deus não quis apenas agradar, Deus não quis apenas satisfazer, Deus quis ser especial, Deus resolveu surpreender, Deus foi mais uma vez, detalhista e perfeito. Não bastaria para Deus criar uma esposa a Adão a partir do barro, Deus a criou a partir de uma costela de Adão. Se o seu grande amigo Adão precisava de uma fêmea assim como todas as outras criaturas, Deus quis tornar aquilo mais especial. Então, colocando Adão em um profundo sono, o Criador, antes que houvesse medicina, anestesia e grandes nomes da cirurgia, tirou uma costela de Adão e preencheu-a com carne, e a partir de uma costela, Deus criou a mulher. Do nada, por obra de Deus, tudo veio a existir. Do barro, por obra de Deus, o homem passou a existir. De uma costela, por obra de Deus, a mulher passou a existir (v. 21-22). Não como as outras fêmeas que Adão viu, pois a sua ajudadora era especial, ela era parte dele, a mulher não somente nasceu para ajudar o homem, mas para completá-lo, como um lembrete do Senhor: "Não é bom para o homem que viva só". A mulher veio para Adão, mostrando para ele, que ele era muito mais especial do que qualquer outra criatura deste planeta, pois Deus lhe deu alguém a quem ele pudesse dizer, eu sou um contigo. Deus revelou a Adão, o mistério do amor. Que coisa maravilhosa, Deus estava mostrando para Adão que Ele poderia confiar totalmente nEle, pois nada era complicado demais que Ele não pudesse resolver. Nada era absurdamente tudo o que Deus precisava para resolver qualquer coisa. E Adão, dia após dia, via Deus operar maravilhas inacreditáveis somente por lhe amar. Uma amizade incrível se fortalecia a cada dia. Promessas lhe eram feitas antes que ele pudesse precisar, surpresas eram-lhe feitas somente por amor, o mais puro e sincero amor.
Será que nós podemos ser como Adão no princípio da humanidade? Será que podemos experimentar tamanha intimidade com Deus? A resposta é: Sim, nós podemos.
Como poderemos alcançar tamanha intimidade?
Será que Deus gostaria de lançar sua Luz sobre sua vida? Será que Ele te amaria mesmo que Ele encontrasse sujeira e morte dentro de você?
A resposta você encontra no próximo capítulo.
Talvez, não consigamos perceber sua multiforme graça por um simples motivo - Não paramos o suficiente em Sua presença, a ponto de perceber os detalhes de seu comportamento.
Tantos compromissos atolam nosso coração, nossos corpos, e preenchem todos os horários de nosso dia, TODOS OS DIAS, que simplesmente esquecemos do quanto precisamos da presença do Pai. Afinal, quem mais poderia nos ensinar a viver neste mundo tão cruel e sombrio? Quem mais poderia nos dar descanso nos dias em que nossa alma parece desfalecer? Quem mais escolheria largar a glória dos céus, para sofrer e ser injustiçado nesse mundo que nega o seu próprio Criador? Somente o Senhor! Somente nosso Pai, se importa tanto com nossas almas. Por isso, podemos dizer como o salmista: "Porque tu tens sido o meu auxílio; então, à sombra das tuas asas me alegrarei." (Sl. 63:07).
Sim, nós podemos nos alegrar nos dias em que mais precisamos de ajuda. Naqueles dias tristes e solitários, naqueles dias onde todos parecem desejar a destruição de nossas almas, naqueles dias onde nossa força é pequena, naqueles dias em que nós pensamos que não aguentaremos o menor ataque no inimigo, nesses dias de tristeza e dor, podemos nos alegrar, pois se buscarmos a Deus ainda nesses dias difíceis, veremos como o salmista, nossas vidas seguramente guardadas debaixo das asas do nosso Pai.
Quando paramos diante do Senhor, dia após dia, percebemos que seu cuidado conosco é constante. E que sua disposição para nos ajudar não depende do tamanho do nosso problema. Cativamos a amizade de Deus, e somos cativados por Ele. A ponto de sermos chamados não apenas servos, mas sim, amigos! "Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer." (Jo. 15:15). Que verdade gloriosa, quandos nos dispomos a andar todos os dias com Jesus, nos tornamos amigos de Deus. Conhecedores dos segredos do coração de Deus. Privilégio que somente os amigos podem ter.
Como todos nós sabemos, a amizade é algo construído com a convivência, com a troca constante de experiências, informações, segredos, confidências, entre tantas outras coisas. Dia após dia, mesmo que não sejam todos os dias seguidos, a convivência vai ser tornando confiança, e quando menos se espera, os corações em questão são cativados um pelo outro, e aquela pessoa se torna única entre milhões de outras pessoas. Assim nasce uma amizade. E assim deve nascer a amizade do homem com Deus, baseada na intimidade de quem convive. A intimidade é base de todo relacionamento forte, confiante e cheio de amor.
O capítulo dois do livro de Gênesis, relata o início da amizade entre Deus e o homem. O criador de tudo, deu a Adão o privilégio de nomear tudo o que existe na Terra (v.19). Após soprar vida nas narinas de Adão, criar o Jardim, a alertar o homem sobre as árvores da vida e do conhecimento do bem e do mal, Deus concedeu a Adão o privilégio de nomear tudo aquilo que Ele mesmo havia criado. Somente o amor é capaz de abrir mão daquilo que é seu por direito. Sejam nas coisas pequenas, ou nas coisas grandiosas, somente o amor é capaz de abdicar. E Deus num gesto extremamente paternal, concedeu a Adão, o seu próprio direito de nomear suas obras. Foi como se Deus dissesse: "Meu filho, tudo o que eu fiz é seu, escolha nomes para cada ser vivente, seja criativo como Eu, o seu Pai, sou criativo. Venha, vamos brincar de definir a história da humanidade. Eu te amo demais para não te deixar escolher. Se eu simplesmente te entregasse tudo pronto e já nomeado, eu perderia a chance de ver a felicidade estampada no seu olhar, perderia a chance de me divertir com você, meu filho." E assim Deus fez.
E a amizade entre Deus e Adão foi nascendo, crescendo e se fortalecendo. Havia intimidade entre eles, havia amor entre Deus e o homem. Enquanto nomeava os seres viventes do nosso planeta, Adão percebeu que para ele, não havia uma ajudadora. No gado, na selva, entre os animais domésticos, répteis, aves e animais marinhos, haviam casais, macho e fêmea, possiblitando a perpetuação da espécie. Mas para Adão, não. Para Adão não havia uma fêmea. Adão provavelmente sentiu-se só ao perceber que na imensidão de seu planeta recém nomeado, não havia alguém que lhe completasse, que lhe fizesse sentir ajudado e amparado. Sim, em algum momento da sua vida você se sentiu assim, mas falaremos disso adiante. Pois neste episódio percebemos mais uma vez, de forma clara e apaixonada, Deus ajudando seu amigo Adão. Muito antes que Adão percebesse sua solidão, Deus já havia lhe prometido uma esposa. Antes mesmo que o homem pudesse pedir, Deus já havia decidido abençoar, suprindo a necessidade do seu filho, do seu amigo querido, Adão. (ver versículos 18-22).
Deus não apenas criou alguém para acompanhar e ajudar Adão, Deus criou alguém que pudesse completar Adão. Se você tem um amigo, certamente entenderá o que Deus fez quando criou Eva. Deus não quis apenas agradar, Deus não quis apenas satisfazer, Deus quis ser especial, Deus resolveu surpreender, Deus foi mais uma vez, detalhista e perfeito. Não bastaria para Deus criar uma esposa a Adão a partir do barro, Deus a criou a partir de uma costela de Adão. Se o seu grande amigo Adão precisava de uma fêmea assim como todas as outras criaturas, Deus quis tornar aquilo mais especial. Então, colocando Adão em um profundo sono, o Criador, antes que houvesse medicina, anestesia e grandes nomes da cirurgia, tirou uma costela de Adão e preencheu-a com carne, e a partir de uma costela, Deus criou a mulher. Do nada, por obra de Deus, tudo veio a existir. Do barro, por obra de Deus, o homem passou a existir. De uma costela, por obra de Deus, a mulher passou a existir (v. 21-22). Não como as outras fêmeas que Adão viu, pois a sua ajudadora era especial, ela era parte dele, a mulher não somente nasceu para ajudar o homem, mas para completá-lo, como um lembrete do Senhor: "Não é bom para o homem que viva só". A mulher veio para Adão, mostrando para ele, que ele era muito mais especial do que qualquer outra criatura deste planeta, pois Deus lhe deu alguém a quem ele pudesse dizer, eu sou um contigo. Deus revelou a Adão, o mistério do amor. Que coisa maravilhosa, Deus estava mostrando para Adão que Ele poderia confiar totalmente nEle, pois nada era complicado demais que Ele não pudesse resolver. Nada era absurdamente tudo o que Deus precisava para resolver qualquer coisa. E Adão, dia após dia, via Deus operar maravilhas inacreditáveis somente por lhe amar. Uma amizade incrível se fortalecia a cada dia. Promessas lhe eram feitas antes que ele pudesse precisar, surpresas eram-lhe feitas somente por amor, o mais puro e sincero amor.
Será que nós podemos ser como Adão no princípio da humanidade? Será que podemos experimentar tamanha intimidade com Deus? A resposta é: Sim, nós podemos.
Como poderemos alcançar tamanha intimidade?
Será que Deus gostaria de lançar sua Luz sobre sua vida? Será que Ele te amaria mesmo que Ele encontrasse sujeira e morte dentro de você?
A resposta você encontra no próximo capítulo.
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